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O ator e diretor Justin Baldoni entrou com um processo de US$ 250 milhões contra o New York Times, alegando que o jornal liderou uma campanha de difamação contra a atriz Blake Lively.

Segundo os advogados de Baldoni, a publicação teria divulgado informações falsas e mal-intencionadas com o objetivo de manchar a reputação de Lively, afetando tanto sua imagem pública quanto seus projetos profissionais. O processo alega ainda que houve negligência jornalística e má-fé na condução das matérias.

Até o momento, nem Blake Lively nem o New York Times se pronunciaram publicamente sobre o caso. O processo segue em trâmite e pode gerar grande repercussão no meio artístico e jornalístico.

Após Acusações Envolvendo Blake Lively

Justin Baldoni está processando o New York Times por US$ 250 milhões, alegando que o jornal publicou um artigo bombástico com acusações infundadas. No texto, o Times afirma que Baldoni e outras pessoas teriam coordenado uma campanha de difamação contra sua colega de elenco em It Ends with Us, a atriz Blake Lively.

Além disso, o artigo revela que Blake Lively acusou Baldoni de assédio sexual por meio de uma queixa legal e de um processo judicial subsequente. Essas alegações, segundo Baldoni, foram amplamente divulgadas de forma sensacionalista pelo jornal, o que teria prejudicado sua reputação e carreira.

A publicação

Agora, Baldoni busca responsabilizar o New York Times judicialmente por danos morais e profissionais causados pela publicação.

Porém, agora acusa o jornal de difamação, invasão de privacidade, fraude promissória e quebra de contrato implícito em relação ao artigo publicado. Além disso, ele alega que o New York Times “selecionou a dedo” informações e modificou comunicações importantes com a intenção deliberada de enganar os leitores.

Baldoni não move o processo sozinho contra o New York Times. Ele se juntou a outros nove demandantes, entre eles as publicitárias Melissa Nathan e Jennifer Abel. Todos foram citados em detalhes tanto na queixa apresentada por Blake Lively quanto na matéria publicada pelo jornal.

De acordo com o veículo, o New York Times retratou Blake Lively como vítima na releitura dos bastidores do drama It Ends with Us. No entanto, Baldoni e os outros demandantes contestam essa versão e afirmam que a matéria não representa com precisão os acontecimentos.

Segundo eles, foi Lively quem liderou uma campanha de difamação, que descrevem como “estratégica e manipuladora”, com o objetivo de prejudicar l,km e controlar a narrativa pública.

Baldoni e os outros autores do processo afirmam que Blake Lively utilizou falsas acusações de assédio sexual como estratégia para assumir o controle criativo do filme. Além disso, o ator e diretor critica diretamente o marido de Lively, Ryan Reynolds. Segundo ele, Reynolds o repreendeu de forma agressiva, acusando-o de ter “envergonhado” Blake por causa de seu corpo.

Ainda segundo Baldoni, Reynolds foi além: pressionou o agente do ator para que o dispensasse ainda no verão, durante a estreia de Deadpool & Wolverine — ou seja, muito antes de o escândalo chegar à mídia e de Baldoni contratar uma equipe especializada em gestão de crise.

Advogado de Baldoni Acusa Lively e o New York Times de Manipular a Mídia para Controlar Narrativa

Segundo a Variety, Baldoni e os demandantes acusam o New York Times de apoiar a versão “não verificada” de Blake Lively, citando-a diretamente e ignorando evidências que contradizem suas alegações.

Além disso, o processo destaca que o representante de relações públicas de Lively teria divulgado histórias negativas sobre Baldoni, numa tentativa de reforçar a narrativa contra ele — fato que, segundo os autores da ação, o Times deliberadamente ignorou.

Em declaração ao TMZ, o advogado de Baldoni, Bryan Freedman, reforçou a acusação. Segundo ele, “nesta campanha de difamação cruel, totalmente orquestrada por Blake  e sua equipe, o New York Times cedeu aos desejos de duas figuras poderosas da elite de Hollywood.

O jornal abandonou padrões éticos, manipulou textos, omitiu informações essenciais e contribuiu para uma campanha de difamação.

Freedman ainda afirmou que a suposta estratégia visava revitalizar a imagem pública de Lively e conter críticas crescentes nas redes sociais. Ele concluiu: “Enquanto eles se apoiam em meias verdades, nós nos apoiamos na verdade completa — e temos tod

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